Cidades menores atraem mais moradores oferecendo qualidade de vida e alto IDH

Cidades menores atraem mais moradores oferecendo qualidade de vida e alto IDH

Cidades menores atraem mais moradores oferecendo qualidade de vida e alto IDH

Tendência favorece construções e reformas em cidades interioranas e litorâneas fora dos grandes centros urbanos

Nas últimas décadas, foi possível notar um movimento de migração de pessoas das grandes metrópoles para as cidades do seu entorno ou para locais um pouco mais distantes e a pandemia de Covid-19 acabou impulsionando ainda mais essa tendência.

Dados do grupo ZAP, que possui aplicativos especializados em venda e locação de imóveis, indicam que a busca por imóveis fora dos grandes centros urbanos cresceu 340% entre janeiro e maio de 2020, comparando com o mesmo período de 2019.

Essa migração para cidades interioranas reflete-se também no ramo vidreiro, visto que, com mudanças, ocorrem também maior número de construções e reformas, com consequente utilização de vidros.

Além de um local para ter mais tranquilidade, descanso e lazer com a família, as casas atualmente também passaram a ser um ambiente de trabalho. Segundo Paulo Antonio Kucher, vice-presidente comercial da LYX Engenharia, entre os motivos para essa mudança estão a procura por melhor qualidade de vida, por espaços mais arborizados e com menos trânsito e também por locais com uma população menor, o que se intensificou com a chegada da pandemia, que exige mais distanciamento social e menos aglomerações.

“Outro fator foi o crescimento do home office, que permite que as pessoas não precisem se locomover constantemente aos grandes centros para trabalhar”, destaca o vice-presidente da construtora, que tem diversos empreendimentos em construção na Região Metropolitana de Curitiba.

Um dos índices que têm ajudado as pessoas que querem se mudar para o interior é o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Os dados são divulgados pelo Programa Nações Unidas para o Desenvolvimento, e mede diferentes aspectos da qualidade de vida de países filiados à ONU e também de cidades.

Pelo IDH é possível prever quais cidades interioranas deverão crescer mais rapidamente, visto que muitas pessoas se baseiam nesse indicador.

Segundo o mais recentemente levantamento, as 50 primeiras posições brasileiras são ocupadas pelas seguintes cidades:

Posição Cidade Estado IDH
1 São Caetano do Sul São Paulo 0,862
2 Águas de São Pedro São Paulo 0,854
3 Florianópolis Santa Catarina 0,847
4 Balneário Camboriú Santa Catarina 0,845
5 Vitória Espírito Santo 0,845
6 Santos São Paulo 0,840
7 Niterói Rio de Janeiro 0,837
8 Joaçaba Santa Catarina 0,827
9 Brasília Distrito Federal 0,824
10 Curitiba Paraná 0,823
11 Jundiaí São Paulo 0,822
12 Valinhos São Paulo 0,819
13 Vinhedo São Paulo 0,817
14 Santo André São Paulo 0,815
15 Araraquara São Paulo 0,815
16 Santana de Parnaíba São Paulo 0,814
17 Nova Lima Minas Gerais 0,813
18 Ilha Solteira São Paulo 0,812
19 Americana São Paulo 0,811
20 Belo Horizonte Minas Gerais 0,810
21 São José Santa Catarina 0,809
21 Joinville Santa Catarina 0,809
23 Maringá Paraná 0,808
24 São José dos Campos São Paulo 0,807
25 Blumenau Santa Catarina 0,806
25 Presidente Prudente São Paulo 0,806
25 Rio Fortuna Santa Catarina 0,806
28 São Paulo São Paulo 0,805
28 Assis São Paulo 0,805
28 Campinas São Paulo 0,805
28 São Bernardo do Campo São Paulo 0,805
28 Porto Alegre Rio Grande do Sul 0,805
28 São Carlos São Paulo 0,805
34 Rio Claro São Paulo 0,803
34 Jaraguá do Sul Santa Catarina 0,803
36 Rio do Sul Santa Catarina 0,802
37 Bauru São Paulo 0,801
37 São Miguel do Oeste Santa Catarina 0,801
37 Pirassununga São Paulo 0,801
40 Concórdia Santa Catarina 0,800
40 Vila Velha Espírito Santo 0,800
40 Taubaté São Paulo 0,800
40 Ribeirão Preto São Paulo 0,800
40 Botucatu São Paulo 0,800
45 Goiânia Goiás 0,799
45 Rio de Janeiro Rio de Janeiro 0,799
47 Marília São Paulo 0,798
47 Sorocaba São Paulo 0,798
47 Guaratinguetá São Paulo 0,798
50 São João da Boa Vista São Paulo 0,797
50 São José do Rio Preto São Paulo 0,797
50 Fernandópolis São Paulo 0,797

 

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